Digital SK é premiada no Moodle Moot 2009

Publicado dezembro 7, 2009 por marcelosazevedo
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A Digital SK recebeu na manhã desta sexta-feira o prêmio Moodle Moot 2009, na categoria Desenvolvedores, com o trabalho “Moodle Mobile: uma nova forma de acesso para cursos a distância”, de autoria de Ângela Moreno, administradora LMS da empresa. O Moodle Mobile torna possível o acesso à plataforma Moodle a partir de um celular conectado à internet, resultando em grande mobilidade aos usuários do ambiente virtual.

O prêmio é resultado do foco da Digital SK em acompanhar as tendências de tecnologia e consumo para garantir a seus clientes o que há de mais atual e eficiente em educação a distância. Para o projeto em questão, foi o forte crescimento da comunicação móvel no mundo (que pode ser ilustrado por 150 milhões de usuários somente no Brasil, com destaque para 1,5 milhão de smartphones – Valor Econômico, 30/03/09) que impulsionou os estudos da Digital SK sobre mobilidade, para permitir que seus clientes possam otimizar o tempo e a forma de treinamento de suas equipes e alcançar resultados cada vez mais condizentes com seus objetivos.

Com o Moodle Mobile, é possível começar um treinamento no computador e finalizá-lo no telefone e vice-versa. Os participantes têm acesso a cursos, comunidades, sistemas de mensagem, webTV, entre outras funcionalidades que contribuem para facilitar o aprendizado, mesmo que seja em um dispositivo móvel.

Parabéns a toda a equipe Digital SK que esteve envolvida no desenvolvimento do Moodle Mobile pela conquista de um prêmio tão importante para um projeto que certamente contribuirá para o desenvolvimento e qualificação da mobilidade no Brasil.

Mais informações? Entre em contato: comercial@digitalsk.com.br

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O que é educação corporativa?

Publicado dezembro 7, 2009 por marcelosazevedo
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Tenho me dedicado intensamente nos últimos dias a estudar sobre educação, ensino e aprendizagem. Sempre gostei muito desses assuntos, mas resolvi explorá-los mais a fundo. Estou lendo pelo menos 10 livros “simultaneamente”, além de artigos e sites diversos. Leio algo num lugar, comparo com outro e assim vou construindo meu conhecimento. Vou tentar, aqui no meu blog, compartilhar com vocês alguns dos meus questionamentos.

Nessa jornada, comecei logo pelo tema principal: educação corporativa. Você já parou para refletir sobre o conceito de educação corporativa? Muito tem se falado, algo tem sido feito, mas é você, o que lhe vem à cabeça quando se fala em educação corporativa?

[ tempo para pensar ]

É bem provável que venha à mente palavras como treinamento, desenvolvimento, aprendizagem, sala de aula, professor/instrutor e outros tantos fatores e recursos. Certamente, tudo isso tem a ver com educação, mas vamos refletir mais especificamente sobre esse conceito?

Vamos começar pelo termo educação (vamos deixar o “corporativa” para depois). Como sempre, há várias opiniões sobre o conceito de educação. Eu prefiro a seguinte proposta:

Educação é um processo que envolve ações de ensino e de aprendizagem.
Parece simples, com palavras que ouvimos no dia-a-dia. Mas vamos entender por partes o que se quer dizer com isso?

1) é um processo – Como tal, pode ser planejado ou não, formal ou informal, e realizado nas mais diversas modalidades. Pode ser educação presencial, à distância, continuada, baseada em problemas, no dia-a-dia doméstico, na rua, no shopping e, acreditem, até na escola. E também nas empresas!

2) ações de ensino – Trata-se dos mecanismos de transmissão de conteúdos. O mais comum e mais antigo é a fala. Boa parte do nosso ensino é baseada em ações orais. Seja numa conversa com o chefe ou com um instrutor em sala de treinamento. Mas também existem ações baseadas em leituras, como livros, artigos, sites etc. Além da própria ação psicomotora, através de experiências práticas, estágios, tentativas e erros e outras ações no ambiente real.

3) ações de aprendizagem – Trata-se dos mecanismos de recepção de conteúdos. Nesse ponto, envolve-se todos os processos mentais que ocorrem nas pessoas que estão ligados ao processo de aprendizagem, como percepção, atenção, memória, cognição, motivação e emoção, para citar os principais.

Lembra daquele professor que reclama do fato que ele “ensina”, mas os alunos não “aprendem”? Pois daí teremos algo importante a se destacar: não existe educação que envolve ensino, mas não gera aprendizagem. Toda ação de ensino deve ser feita para garantir aprendizagem, senão será inócua, sem resultados. Não adianta transmitir conteúdos se não sabemos como eles serão recebidos pelas pessoas.

Refletindo sobre esses fatores, fiquei com uma questão na cabeça: será que os profissionais de RH dominam essas técnicas de ensino e de aprendizagem para promover a educação nas suas empresas?

Penso que educação corporativa deveria ser o processo de ensino-aprendizagem no ambiente das empresas. Mas de tudo que tenho lido sobre o tema, sempre vejo um forte foco nos processos de ensino (meios de transmitir o conteúdo), mas fala-se muito pouco sobre a forma que esses conteúdos repercutem nas pessoas.

Fala-se em universidades corporativas, e-learning, aprendizagem organizacional, programas de desenvolvimento, estratégias de negócios, aumento de competitividade, e muitos outros fatores de ensino, que certamente permeiam e são importantes para o processo de educação.

Mas onde fica o sujeito alvo de todo esse processo: a pessoa, o profissional. O que devemos fazer para gerar um interesse em aprender? Como os programas devem respeitar seus interesses individuais? Como poderemos ampliar seu conhecimento? Existe limite para aprendizagem? O que devemos fazer para melhorar a memória? Quais os procedimentos que facilitam a mudança de comportamento?

Acho que ainda temos um longo e rico caminho a explorar nessa área. É nele que eu estou seguindo e vou compartilhar com vocês por aqui.

O e-learning está no seu futuro?

Publicado dezembro 7, 2009 por marcelosazevedo
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Como em qualquer processo em que o “novo” apresente-se é comum que as pessoas mostrem certa resistência e no e-learning, ensino à distância, isso não é diferente. Apesar de algumas organizações ainda dizerem “não” ao processo, cada vez mais empresas apostam nessa ferramenta de aprendizagem, pois o e-learning pode trazer benefícios significativos às organizações, que vão dos profissionais aos sociais. De acordo com Alex Augusto, CEO da Ciatech – empresa especializada na área, o ensino à distância não deixa de ser uma iniciativa de inclusão e democratização da informação nas corporações. “Nos últimos dois anos tivemos um crescimento do e-learning nas organizações na ordem de 40% ao ano. A expectativa é que este número mantenha-se”, afirma. Em entrevista ao RH.com.br, Alex Augusto destaca quais as principais dificuldades que as organizações enfrentam ao implantarem o e-learning e, ainda, menciona que o melhor caminho para as organizações adotarem o ensino à distância é buscar apoio na experiência de quem já passou pela implantação. Confira a entrevista na íntegra, pois esse assunto certamente estará no futuro da sua empresa. Boa leitura!

RH.com.br – Como se encontra a disseminação do e-learning no Brasil?
Alex Augusto – e-learning no Brasil está amadurecendo a passos largos. No mercado corporativo, cada vez mais as empresas estão incorporando uma solução de e-learning a seus projetos de educação corporativa. No mundo acadêmico, o Ministério da Educação e Cultura – MEC – tem apoiado ações neste sentido. De acordo com os dados de 2006, um em cada 80 brasileiros já realizou um curso à distância credenciado ou corporativo.

RH – O recurso de ensino à distância é uma tendência a ser adotada por quais segmentos organizacionais?
Alex Augusto – Na verdade não existe um segmento específico, mas sim algumas características do negócio de qualquer segmento que viabilizam e justificam uma solução do e-learning. A informação é hoje em dia um ativo para as empresas. Manter os colaboradores atualizados, capacitados e informados faz diferença no resultado final. Agora, imagine que essas informações são geradas a todo o momento – produtos, serviços, campanhas, promoções, entre outras, e que seus colaboradores estão espalhados geograficamente. Que outra modalidade poderia atender a esta necessidade de espalhar a informação e garantir, medir o entendimento senão uma solução profissional de e-learning?

RH – No Brasil, ainda se adota a postura de mistificar o processo de e-learning?
Alex Augusto – No mercado sentimos a cada dia que muitas empresas já estão maduras com relação ao processo. É claro que a experiência diária traz melhorias, porém costumo dizer que estas empresas já estão na segunda geração do e-learning no Brasil, com profissionais que sabem demandar e avaliar seus fornecedores. É claro que esse não é o cenário geral, pois muitas empresas ainda esbarram no velho paradigma que “este modelo não funciona para o meu negócio”, mas acredito que a necessidade, a confiança nos seus fornecedores e parceiros e, principalmente, o mercado irão contribuir para que estes paradigmas venham por terra.

RH – Quais as dificuldades mais comuns que as organizações deparam-se ao implantarem o e-learning?
Alex Augusto – Existem várias dificuldades iniciais e muitas delas podem acompanhar o projeto até que o processo esteja maduro na organização. Posso citar alguns casos mais comuns como, por exemplo: necessidade de parceria inicial com a área de Tecnologia da Informação para garantir que não existam problemas de infra-parceria com as áreas que demandam os cursos; fazer com que o e-learning seja estratégico e não apenas algo que “precisamos fazer porque todos estão fazendo”; conseguir o apoio da direção, pois o projeto precisa de um sponsor, um padrinho; conseguir parceiros e fornecedores comprometidos com as suas necessidades; campanhas que motivem a adesão dos usuários e “venda” positivamente o e-learning para todos os envolvidos, garantir um mínimo de estrutura, ou seja, ter um profissional que cuide do e-learning. O que vejo muito são empresas onde alguém da área de RH que já cuida de seleção, cargos, salários, entre, e agora também do e-learning. Por fim, destacaria a dificuldade geral em medir retorno imediato.

RH – e-learning é um processo complexo como algumas organizações imaginam?
Alex Augusto – Qualquer tema novo em uma corporação, quando não planejado e alicerçado em bases sólidas, pode tornar-se complexo e problemático, e com o e-learning não é diferente. Quando iniciamos um projeto com um novo cliente, via de regra, sugerimos um projeto-piloto para que possamos validar tudo que planejamos e ajustar o que for necessário. O processo de implantação envolve sim muitos assuntos, alguns técnicos, outros de conteúdo, adesão, políticas e, por isso, é fundamental que as empresas estejam apoiadas em fornecedores com experiência e estrutura para atendê-los. Nosso papel, por exemplo, é consultivo, orientamos e damos exemplos que ajudam nossos clientes a se posicionar inicialmente. É muito comum que os profissionais não conheçam todo o processo de implantação e com o que devem preocupar-se para minimizar os riscos. Para tornar esta implantação mais simples, o melhor caminho é apoiar-se na experiência de quem já passou por uma implantação. Portanto, fale com outras empresas, visite, questione e assim você terá mais informações para criar um projeto mais sólido.

RH – Quais os benefícios efetivos que o ensino à distância proporciona às organizações?
Alex Augusto – O ensino à distância mediado pela tecnologia, o e-learning, pode trazer grandes benefícios às organizações, que vão dos profissionais aos sociais, pois não deixam de ser projetos de inclusão e democratização da informação nas corporações. Se a informação é estratégica na organização, se manter seus colaboradores capacitados e motivados é estratégico na organização, se investir nos recursos humanos é estratégico na organização, e nós sabemos que é, então, o e-learning também é estratégico.

RH – Se comparado a alguns processos de ensino tradicionais, o e-learning é um investimento que realmente vale a pena?
Alex Augusto – Além de disseminar as informações sem restrições de tempo e espaço, o e-learning torna as informações um ativo da empresa, uma vez que o investimento inicial em um curso nesta modalidade, por exemplo, pode ser diluído por um número muito grande de usuários ou colaborar com a Gestão do Conhecimento no caso de operações com grande rotatividade. Agora, o mais importante é saber que o e-learning não deve ser encarado como substituto dos processos tradicionais. Momentos presenciais são importantes, valiosos e continuarão a existir. Porém, eles podem ser ainda melhor aproveitados se conjugados a um processo de e-learning como pré-requisitos, por exemplo. Já vivenciei projetos onde o e-learningcontribuiu para aumentar a quantidade de turmas presenciais. Com o treinamento blended os cursos presenciais diminuíram sua carga horária e conseqüentemente seu custo e novas turmas foram criadas. Isso é aproveitar o e-learning para realmente agregar valor ao projeto de educação corporativa.

RH – Que valores a educação à distância pode agregar à Gestão de Pessoas?
Alex Augusto – Em uma pesquisa recente sobre os motivos internos que motivavam os gestores a implantarem soluções de e-learning em suas empresas dois itens chamaram a atenção, pois estavam presentes em todas as respostas: retenção de talentos e motivação. Proporcionar ferramentas que efetivamente colaboram e agregam valor ao desempenho profissional faz com que os colaboradores sintam-se motivados a investir em suas carreiras nas organizações.

RH – O desenvolvimento profissional, através do e-learning, pode ser atrelado a um plano de carreiras?
Alex Augusto – Sim. Cada vez mais somos protagonistas do nosso desenvolvimento e o e-learning proporciona isso. Participamos de projetos dentro de algumas organizações onde o profissional pode acompanhar a grade de treinamentos on-line para seu cargo e cruzá-la com os demais cargos de sua diretoria e a partir dessas informações utilizar o e-learning para se preparar para uma futura progressão na carreira.

RH – Quais as suas expectativas para a área nos próximos anos?
Alex Augusto – Nos últimos dois anos tivemos um crescimento do e-learning nas organizações na ordem de 40% ao ano. A expectativa é que este número mantenha-se uma vez que novas empresas estão aderindo à modalidade e, principalmente, porque aquelas que já aderiram e estão tendo sucesso tendem a aumentar a porcentagem do budget para o e-learning, aumentar as participações e conseguir mais abrangência para seus projetos. No campo das tendências, também estamos iniciando projetos-piloto com o mobile learning que utiliza os celulares, smart phones, para distribuir os conteúdos. Esta solução tem chamado a atenção das empresas que possuem equipes de vendas, remotas que já utilizam o PDA ou smart phone para acessar agenda,e-mail, pedidos e agora podem também receber informações. Chamamos de pílulas do conhecimento, ou seja, pequenos cursos, interativos com no máximo 15 minutos de duração – adequados à mídia.

O e-Learning e os desafios corporativos

Publicado dezembro 7, 2009 por marcelosazevedo
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Os desafios das empresas em todos os ramos de negócios são inúmeros. Estratégias para tornar a empresa competitiva são adotadas para que elas possam vencer estes desafios da melhor forma possível.

Para vencer os desafios, as empresas contam com PESSOAS e a cada dia, as pessoas precisam produzir mais, em menos tempo e com melhor qualidade. Este é o desafio das pessoas nas empresas.

Atualmente, as empresas têm buscado manter em seus quadros profissionais mais produtivos e mais adequados às suas estratégias. As empresas estão procurando formas de motivar seus colaboradores a vencerem seus desafios profissionais e, com isso, serem responsáveis pelo vencimento dos desafios corporativos. Com o intuito de tornar seus profissionais mais produtivos a cada dia, as empresas têm investido cada vez mais em treinamento e desenvolvimento.

O treinamento e desenvolvimento de profissionais em uma empresa são tarefas que envolvem diversas áreas da empresa e uma logística bastante complexa, gerando um grande investimento no projeto de treinamento, deslocamento de pessoal, planejamento, execução, fornecedores, etc.

A velocidade com que as informações chegam hoje às pessoas e às empresas e a rapidez com que acontecem mudanças nas organizações geraram uma necessidade maior de treinamento do que somente o treinamento tradicional poderia suprir.

Na busca da solução para estes e outros desafios corporativos, surgiu uma alternativa bastante interessante e viável: o e-Learning. O e-Learning é uma forma de aprendizagem à distância que utiliza entre outras mídias, o computador como mediador do processo.

O e-Learning tem se mostrado a solução ideal para atender às necessidades corporativas de treinamento e desenvolvimento das empresas e, diante desta opção as corporações devem conhecer as formas de e-Learning disponíveis no mercado e compreender quais são as melhores opções para auxiliá-las a vencer os desafios pelos quais elas estão passando.

Há diversas formas de e-Learning e entre elas, podemos citar:
* CBT – Computer Based Training ou Treinamento Baseado em computador.
* TBT – Technology Based Training ou Treinamento Baseado em Tecnologia.
* WBT – Web Based Training ou Treinamento Baseado na Web.
* Síncrono – quando temos colaboração síncrona entre alunos, alunos e professores, etc. através de chats, videoconferências, etc. Nesta modalidade, as pessoas estão em tempo real colaborando umas com as outras.
* Assíncrono – quando não há colaboração online, em tempo real. Pode ou não haver a figura do instrutor/mediador. Nesta modalidade encontramos os fóruns, e-mails, etc.

Para adotar o e-Learning em uma empresa, é necessária a colaboração entre os departamentos de TI, RH e Marketing bem como os níveis decisórios da empresa. Além disso, o treinamento deve ser incluído no planejamento estratégico da empresa. Perceber a importância de ligar o investimento em treinamento com os objetivos estratégicos da empresa é de extrema importância para o sucesso do investimento. Um planejamento estratégico de treinamento mostra-se, na realidade atual, tão importante quanto o planejamento de marketing ou de vendas.

Sem um planejamento estratégico, o programa de e-Learning poderá correr sérios riscos e a empresa terá feito um investimento sem retorno. Um bom planejamento de e-Learning envolve assuntos como:
* Cultura corporativa
* Objetivos da empresa
* Objetivos do treinamento
* Mudanças
* Estratégia de Marketing
* Recursos
* Tecnologia

Partindo deste princípio, o treinamento passa a ser uma das estratégias da empresa para alcançar seus objetivos e vencer seus desafios. O e-Learning tem muito a colaborar com as corporações no caminho do sucesso.

Nos próximos artigos teremos a oportunidade de mergulhar no mundo do e-Learning, conhecer as ferramentas disponíveis no mercado, suas características, pontos fortes e fracos, formas de aplicação, quais as melhores práticas do mercado, experiências de empresas que já adotam o e-Learning e como tem sido a aceitação e o retorno, conheceremos relatos de alunos e conheceremos também os desafios que as empresas encontram na implementação de um programa de e-Learning.

e-Learning: O ensino do próximo milênio

Publicado outubro 15, 2009 por marcelosazevedo
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Imagine que você seja o responsável pelo setor de treinamento em uma grande empresa e, numa bela e ensolarada tarde de sexta-feira, o seu chefe lhe apareça a porta, com um singelo pedido: “Estamos lançando um novo produto no mercado e temos que treinar todos os nossos vendedores sobre as características, performance, atributos e utilização desse novo produto no prazo de dez dias”. Para tornar a coisa mais divertida, sua empresa tem alguns milhares de vendedores dispersos por todo o território nacional, desde Manaus até Porto Alegre, sendo que a sede da empresa é logo ali na Praia do Botafogo, no Rio de Janeiro; o seu orçamento para viagens e despesas com instrutores “está no osso” e, além disso; o pessoal de Finanças acha um absurdo interromper o fluxo de receita proveniente das vendas só para os vendedores assistirem cursos no Rio.

Guardadas as proporções, este é um desafio relativamente comum para as empresas em um mercado globalizado, competitivo e em constante mutação: agregar conhecimento aos funcionários de forma extremamente rápida, eficiente e de baixo custo. É ai que entra o e-learning, o uso da Internet na propagação de conhecimento.

O que é e-learning?

Tecnicamente, o e-learning é o ensino realizado através de meios eletrônicos. É basicamente um sistema hospedado no servidor da empresa que vai transmitir, através da Internet ou Intranet, informações e instruções aos alunos visando agregar conhecimento especifico. O sistema pode substituir total ou parcialmente, o que é mais comum, o instrutor, na condução do processo de ensino. No e-learning, as etapas de ensino são pré-programadas, divididas em módulos e são utilizados diversos recursos como o e-mail, textos e imagens digitalizadas, sala de bate-papo, links para fontes externas de informações, vídeos e teleconferências, entre outras. O treinamento com o e-learning pode ser montado pela própria empresa ou por qualquer dos fornecedores desse tipo de solução já existentes no mercado.

Vantagens do e-learning.

Quais as vantagens! A primeira vantagem do e-learning, e que serviu como exemplo no inicio desse artigo, é o rompimento de barreiras geográficas e temporais. Com o e-learning, um curso sobre um novo produto, por exemplo, pode ser feito de qualquer local do planeta a qualquer momento, bastando para isso o acesso a Internet e uma senha. Enquanto, espera ser atendido pelo comprador, o seu vendedor pode puxar o lap-top e ler o texto sugerido no curso; em casa, enquanto seu companheiro(a) perde tempo assistindo Big Brother, o vendedor pode fazer os exercícios propostos pelo instrutor.  Em síntese, o e-learning possibilita ao aluno gerenciar o seu próprio tempo disponível, dentro dos parâmetros estabelecidos pelo curso, e sem perder tempo com deslocamentos.

Outra vantagem do e-learning está relacionada a reprodução do conteúdo. Uma vez montado o curso para um aluno, a sua reprodução para dois, centenas, ou milhares de alunos pode ser feita a um custo marginal insignificante. Com um curso tradicional, o máximo que se consegue é montar turmas de alunos, até se completar todo o universo que se pretenda atingir numa escala crescente de custos, energia e tempo dispendido.  Evidentemente, isso sugere que, para poucos alunos, talvez um treinamento convencional seja a solução mais adequada que o e-learning. Por outro lado, pensando em termos de políticas públicas de ensino, onde o universo se mede não em milhares, mas em milhões de candidatos à instrução, é possível que o e-learning, venha a representar uma verdadeira revolução na geração de conhecimento.

É importante ressaltar, que o e-learning não veio para substituir o ensino tradicional, da mesma forma que a Internet, não substitui a TV que, por sua vez, não fez desaparecer o rádio. O e-learning é uma nova ferramenta potencializada pela Internet e perfeitamente ajustada às características de nosso tempo, marcado pela agilidade, velocidade e gigantescos volumes de informação a serem digeridos. No que se refere às empresas, o objetivo não deve ser simplesmente substituir a forma de ensino tradicional pelo e-learning, mas sim, utilizar essa ferramenta na medida adequada às suas necessidades. De tal forma que os objetivos da organização sejam plenamente atingidos.

99 Melhores Blogs de e-learning

Publicado setembro 30, 2009 por marcelosazevedo
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Wanted: Calendar Curators

So here are the 99 sources in no particular order:

I wonder who will be number 100?

e-learning Brasil

Hello world!

Publicado setembro 30, 2009 por marcelosazevedo
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